domingo, 7 de setembro de 2014
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Poema da despedida
Saia da sua casa colorida.
Saia dessa saia cheia de graça.
Saia e vá visitar a beleza grotesca do mundo
Antes que venha o planeta e engula tudo
Aí, a vírgula
a dança
o crayon vermelho
a viola sem corda
a noite estrelada
o carro na rua
a bicicleta parada
a mania de reclusão
a pira de nóia
será um ponto final.
O ronco que não te deixa dormir
Um dia para.
Vem o planeta e engole tudo.
Saia dessa saia cheia de graça.
Saia e vá visitar a beleza grotesca do mundo
Antes que venha o planeta e engula tudo
Aí, a vírgula
a dança
o crayon vermelho
a viola sem corda
a noite estrelada
o carro na rua
a bicicleta parada
a mania de reclusão
a pira de nóia
será um ponto final.
O ronco que não te deixa dormir
Um dia para.
Vem o planeta e engole tudo.
terça-feira, 29 de abril de 2014
Feliz ano novo
Quanto tempo, né...
Bom, passei pra deixar um abraço, dizer que eu não morri e que faltam 8 meses pra eu fazer a coisa mais louca da minha vida. Para tanto, empréstimo feito, carro quase vendido, banda abandonada e nunca o foda-se foi tão bom.
Beijos, volto quando der.quinta-feira, 7 de novembro de 2013
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
how about crisis
Crise epistemológica.
Crise religiosa.
Crise sentimental.
Eu estou passando pela crise. E, sabem? Está sendo muito bom.
Filosofia?
Umbanda?
"O Pedro é um queridinho"?
O dogma está caindo no abismo das interpretações.
Novas ontologias? Pode até ser...
Uma outra metafísica baratinha...
E, nos momentos em que eu estou são, eu consigo te ver de perto.
Crise religiosa.
Crise sentimental.
Eu estou passando pela crise. E, sabem? Está sendo muito bom.
Filosofia?
Umbanda?
"O Pedro é um queridinho"?
O dogma está caindo no abismo das interpretações.
Novas ontologias? Pode até ser...
Uma outra metafísica baratinha...
E, nos momentos em que eu estou são, eu consigo te ver de perto.
terça-feira, 9 de julho de 2013
E aí, pessoal!
Pessoal... Acordei com mau humor, tomei banho, tomei café, liguei o carro, dirigi, engarrafamento às 8 da manhã, blá blá blá, cheguei, me apresentei, trabalhei, tomei café e no meio disso tudo:
- Pedro, você já viu aquele dicionário feito pelas crianças?
- Sim, já sim...
- Você viu a definição de adulto? Então, ser adulto é sempre falar de si antes de tudo.
Aí eu voltei pra casa. Dormi, fui ao mercado, fiz bolo, chegou minha irmã, fui pra casa dela beber vinho de graça e fumar cigarro.
Aí voltei pra casa, liguei o notebook que vai travar qualquer dia desses e eu vou perder tudo, fiquei zanzando por aí e, no twitter, fui ler o NSVR.
Aí eu vi que eu preciso do oposto. Enquanto tem gente que precisa de um pouco de solidão, eu preciso de companhia. Mas nada de amor, nem cama, nem sexo. Companhia. Certa vez eu escutei: "eu queria ser que nem você, se preocupar com as pessoas, mas no fundo, não estar nem aí". E aí eu me lembrei da terapia. Me lembrei que eu não tenho coragem pra nada nesse mundo e que ninguém tá nem aí. Se você tem tédio no seu quarto, do outro lado do mundo, na esquina, a vida não para: pra ninguém! Me lembrei dessa eterna luta racional entre "a vida é legal, poxa vida" e "essa vida não tem sentido e é uma palhaçada" e que eu faço filosofia e por qual motivo eu fui estudar isso, sendo que eu deveria ser mais sensação e menos razão e blábláblá. Lembrei que o corpo pensa. Mas o bolso anda pensando mais. Eu queria largar tudo e começar tudo de novo. Fugir por aí. Mas eu lembrei que eu vou fazer mais de 20 anos e que tudo naquela música é verdade. Eu não quero usar uma música da Tulipa que nem a Lua. Eu sou realista e sei que, por mais que a alegria tome conta e toda a esperança de uma metafísica bonitinha, tudo isso cai por terra. Então, eu vou cantar sim, mais forte, os 20 anos blues. Não vou poder fugir por aí.
Me lembrei que eu sou macumbeiro. Mas a minha razão mata qualquer religiosidade. Eu ainda não conciliei as coisas. E espero não conciliar no final da vida, velho, esperando uma indulgência no final das coisas.
Meu cabelo cai. Tem gente passando fome e eu aqui me preocupando comigo. Talvez esse seja o mal do mundo: ser adulto. (Se bem que, quando eu era criança, eu achava essa vida absurda).
Rita Lee, Lua, dinheiro, coxinha com catupiry, Spinoza (sim, Spinoza... contraditório, né...): eu amo vocês.
terça-feira, 23 de abril de 2013
pai nosso dos e-mails antigos e das memórias quase perdidas e da vontade de sair correndo - ora de vergonha, ora de amor, ora de que foi isso tudo?. brigas, textos, declarações de amor pra gente que eu nunca vi na vida, foto, divulgação, nota de estética da música com aquela professora tensa, boleto do meu primeiro vestibular, print de scraps do orkut (q), churrascos fracassados e porres homéricos.
QUE BOM QUE O TEMPO PASSA e que bom que tá todo mundo ocupado com o facebook.
Deus existe e, por favor, leiam Carnap quando ele tomba com os metafísicos que, segundo ele, deveriam se meter em arte e não fazer da metafísica um sistema teórico. Só por falta de talento os metafísicos não viraram Beethoven ou Mozart. E eu que nem sou metafísico nem tenho talento pra música. QUE BOM QUE O TEMPO PASSA.
Have a nice night, day, life, conatus, seu óculos de sol e seu cabelo lindo.
Have a nice night, day, life, conatus, seu óculos de sol e seu cabelo lindo.
sábado, 30 de março de 2013
"Olha, Dorothy".
A fotografia está em tons pastéis no filme do Allen. A imagem de Ogum e a vela. A linguagem incompreensível de um quase amor desiludido pelo movimento das coisas. As canecas nas árvores. A renite que atacou e a gripe que começou. O Lemiski no MON e o quase gozo no carro escuro da rua da garoa na noite anterior. O araçá no Bosque do Papa João Paulo II. A vontade de passar que não passa.
A vida que continua sendo besta e cheia de creme de café que já está adoçado e que, com apenas uma colher para uma xícara de leite sem nata, faz a tudo ficar confortável. Só falta o cigarro. "Olha, Dorothy, aqui tem araçá".
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Sobre a desesperança?
Não tô conseguindo escrever nada. Tá tudo estranho, esse pessoal muito homofóbico, muito racista, muito desinteressado em conversar, muito doutrinário... Tá muito foda. Meus amigos mais próximos todos em desespero com essa vida também. Cê pode passar por tudo isso sem se afetar. Mas pode ainda ser humano? Se você souber como passar sem se afetar e continuar ser humano, você me conta. Talvez seja interessante a perspectiva.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Sobre empadinhas e o fim do mundo
As empadinhas são feitas com massa podre (é assim que se chama o tipo de massa das empadinhas lá em Minas). Muita banha e farinha. A massa é uma delícia.
O mundo é feito de massa. (é assim que se concebe grande parte da matéria pelos estudantes da física). Muita pedra, terra, água e ar. A massa é grande, mas não é das maiores.
Desde 2003 eu conhecia e esperava o tal do dia 21 de dezembro de 2012 e, prestes a acabar o dia, não acabou o mundo. Minha mãe é que tá certa quando diz que a gente não merece essa mordomia.
O que continua então? Empadinhas, muita pedra, terra, água e ar.
E toda uma vida pra levar.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
meu olho esquerdo está começando a ficar embaçado eu acho que é de tanto ler esses textos de filosofia estou com uma alergia que faz com que meu corpo se transforme em verdadeiras áreas de conflito entre minha unha que ataca as bolinhas meu cabelo cada dia que passa cai mais meu joelho começou a sair do lugar depois que eu comecei a correr sem ter um preparo físico com um profissional de educação física está chegando a porcaria do natal e do ano novo e tudo vai começar de novo a menos que o mundo realmente acabe em 10 dias e todas as vagas de estacionamento que eram de graça agora são pagas no centro de Curitiba o que faz com que eu tenha que pegar ônibus lotado de novo revivendo minhas épocas de 2009 mas sem um amor no coração e na cabeça que só pegava o trem azul e que agora pelo menos eu não amo ninguém
aja vem do verbo agir
haja vem do verbo haver
eu leio hilda hilst várias vezes no ônibus
esses pernilongos que são criações do demônio assim como a matemática
queria viver umas três vidas pra ler tudo o que eu preciso ler ainda antes de morrer
Quero dizer, não quero não.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Sobre o desconforto.
Eu preciso realmente aprender a técnica de isenção energética dos budistas. Não está sendo fácil lidar com a energia de tanta gente passando, correndo, engatinhando, na barriga, de muletas, mancando... Eu preciso me resolver e todos precisam também. Mas será que o mundo vai ficar chato se todas as pessoas forem de bem com a vida e sempre felizes e alegres e enfim... O mundo é bem chato agora, mas pode ser pior com os bom moços e polianas. Além da técnica de isenção, eu preciso me fixar nos momentos de reencantamento. Todo esse pessimismo que muito é resultado de tanta gente babaca espalhada por aí. Gente babaca que nem você, que tá aí reclamando da vida e não faz nada pra mudar. Mas aí eu lembro que eu reclamo e também não mudo. Ou seja, Todo esse pessimismo que é muito resultado da minha babaquice. Não é fácil botar a cabeça pra fora e acima da manada. Deus nos ajude.
domingo, 23 de setembro de 2012
Sobre mim e minha mãe.
A frequência de publicação aumenta de forma direta e proporcional aos ataques frequentes de alguma coisa que ainda tá difícil de nomear. Enfim, tô aqui vendo um filme sobre uma mulher que trabalha e trabalha e que cuida - ou pelo menos tenta cuidar - dos filhos e fazer com que a formação deles não seja traumática. Aí, eu me lembrei da minha mãe fazendo um porta-canetas com canudinhos quando eu estava na 3ª ou 4ª série. Ficou lindo e era numa garrafinha de um suco cítrico ruim pra caralho. Eu lembro que era de noite e lá estava a dona Marlene fazendo tranças nos canudos e depois os colando com super bond na garrafa de suco ruim. Lembro também de uns dias depois eu arrancar tudo falando que ficou horrível, pois a gente tinha brigado. Mas o super bond é bom e ainda restaram alguns canudinhos.
Aí, essa semana de correria (pra variar) e num dos raros momentos em que eu passo com minha mãe, ou seja, dando carona ou fazendo supermercado, eu precisei tirar uma 3x4 pro exército e blá blá blá. Ela achou uma foto minha muito péssima, de quando eu tinha uns 12 anos com uma mensagem atrás dizendo que ela era linda e que eu a amava. Aí, eu fingi que ia rasgar e ela falou que se eu fizesse isso, era pra esquecer que ela era minha mãe. A gente riu, eu devolvi a foto e falei que eu fazia outra dedicatória em outra foto. Ela disse que não valeria mais, pois eu cresci e minha cabeça mudou... ... ... ...
Enfim, ela não achou uma foto boa (pois ela tava procurando uma pra eu não ter que tirar outra, ou seja, economizar - cabeça de economista). Tirei a foto. Voltamos. À noite, deixei a foto nova com uma dedicatória nova com uma cabeça nova embaixo dos óculos de leitura dela que ficam na estante. No dia seguinte, eu acordei com um abraço diferente e com MINHA RAINHA, tal qual eu tinha escrito na foto, emocionada.
Como bom canceriano, tenho questões emocionais mal resolvidas e grande apego com minha mãe.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Tulipa
Para tudo se faz fila nessa cidade. Aquele friozinho de março só que em pleno setembro, no último dia do inverno. Aí, os ingressos não marcados e todos sentados. Eis que a explosão começa e foi muito bom ver que a música brasileira ainda presta. Peço licença da etnomusicologia por um instante. Às favas as produções sonoras. Tô julgando - é, julgando mesmo. Juízo de valor. Então, licença concedida, a música brasileira tem salvação.
Tulipa fuckin' Ruiz! Dessas cantoras com agudos e presença de palco. Dessas cantoras que cantam olhando pro olho da gente, flertando mesmo. Dessas cantoras que fazem quatro músicas de bis e, na última, vai brincar com seu público.
Eu conheci a Tulipa e de cara, ela tá associada à minha vidinha besta que compreende exatamente um ano: de setembro de 2011 até agora mandar parar. Daí, já me apaixonei com Só sei dançar com você, já dirigi ouvindo o cd em looping, cada hora escutando um detalhe novo. E cada vez ainda dá pra descobrir um bumbo ali, um rifizinho de guitarra meio escondido, um salto melódico, um cowbell bem na hora da virada do martelo. Vou ficar mais um pouquinho.
Nunca vou me esquecer de Víbora ao vivo e a minha parceria com ela... Cantar olhando no olho... Ai, Tulipa.
Eu ainda fico esperando Fruta Gogóia logo na sequência de Só sei dançar com você que é a ordem que toca no meu carro. Mas, who is Tulipa? Tulipa Ruiz, que não é filha da Alice com o Paulo.
E os méritos a quem também tem salvado a música brasileira: Trupe Chá de Boldo e Marcelo Jeneci.
Obrigado.
domingo, 16 de setembro de 2012
Pai meu
Pai meu que não sei onde exatamente está, mas que deve estar por aí.
Santificado já é.
Venha a mim o Vosso reino da divindade e da paciência...
Seja feita a Sua vontade e, que ela, seja a melhor possível.
O pão meu de cada dia, que seja garantido sem me matar de trabalhar.
Perdoa as minhas faltas, babaquices, mau humor, falta de humildade às vezes
E me faz entender as pessoas em um estado de vida diferente do meu.
Não me deixe cair em qualquer tentação pecaminosa da matéria e do espírito.
Me livre de gente ruim, babaca, preconceituosa, arrogante e da gordura enquanto eu corro.
Que assim seja.
Santificado já é.
Venha a mim o Vosso reino da divindade e da paciência...
Seja feita a Sua vontade e, que ela, seja a melhor possível.
O pão meu de cada dia, que seja garantido sem me matar de trabalhar.
Perdoa as minhas faltas, babaquices, mau humor, falta de humildade às vezes
E me faz entender as pessoas em um estado de vida diferente do meu.
Não me deixe cair em qualquer tentação pecaminosa da matéria e do espírito.
Me livre de gente ruim, babaca, preconceituosa, arrogante e da gordura enquanto eu corro.
Que assim seja.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Sobre nós e nossos admiradores
Eu me lembro da minha pré adolescência de uma forma não muito agradável, aliás, eu costumo resumi-la à idade do nada, pois nada tá bom, nada presta, nada faz sentido (o sentido não faz até hoje), mas enfim... E uma das minhas lembranças diz da admiração que eu tinha das pessoas que conseguiam ter amigos, e, por incrível que pareça, tinha invejinha da minha irmã e sua vida agitada. Mas o tempo da reclusão pré e adolescente eu acho que me serviu para poder contemplar em silêncio toda essa metafísica barata que é essa vida travesti.
Hoje foi o dia de ver uma das formas de funcionamento da tal metafísica. Hoje eu consigo ter um grupo de amigos dos mais variados, sabe. Cada um ao seu tempo me aparece e eu, ao meu tempo, apareço para eles. E a gente forma um grupo lindo. É sério. Gente do bem, das expressões artísticas e vida verdadeira. E é muito bonito. Aí, o jogo se inverte: as pessoas começam a nos admirar e a querer pertencer a esse sistema. Aí, entre minhas leituras pro mestrado, minhas corridas pela pista de caminhada e, pela vida da internet com esses tipos de amigos que estão longe pelo físico, mas perto pelo coração, eu percebo que a gente fica visado. Mas a gente é só mais um grupo. Em só mais uma cidade grande. Na mesma vida travesti.
Era este texto para ser engraçado, pois a situação que levou a escrita dele é por demais, mas diante da metafísica, não há quem não fique um pouco redundante, confuso, emocional e barato, que nem esse texto.
Falamos os sábios que somos. Só que não.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
De nós e da nossa necessidade de andar: pois a vida passa correndo.
Saímos do eixo que, às vezes, é muito bom. Porém, ah, porém...
Se sair do eixo e voltar pra ele da mesma forma, a garantia é uma: todos andaram.
Andaram e você ficou. E não adiante querer que os outros voltem, pois a vida anda correndo.
Voa.
domingo, 5 de agosto de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
Aspas
"Acredito que essa tristeza me alimenta para ser quem sou, para ter a sensibilidade que me permite escrever o que escrevo. Sei que vai passar. E, ao mesmo tempo, sei quer nunca vai passar. Aprendi a viver com isso." Mirian Goldenberg em entrevista à Revista TPM, de outubro de 2011. (Ano 10, nº 114).
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Falava muito bem das coisas que tinha ouvido falar. Se aventurava por conhecimentos diversos e sempre opinava com disfarçada humildade. Alguns muitos sabiam que ali morava o grande senso comum. Mas como culpar um sujeito desse por sua constituição? Simples. Agregar conhecimento por osmose é o caminho pra se chegar nestes níveis. Enfim, andou. Correu mundo, conheceu os quatro cantos e outros dois polos diferentes, fonte dos maiores embates entre as teorias socialistas e liberalistas. Experimentou a riqueza e a pobreza. Pra pagar de humilde, bradava aos quatro ventos que a dificuldade melhorava caráter. Mas no fundo, dos que apercebiam a real sintonia, sabiam que o melhor mesmo é optar pelo conforto. Mas era virtuoso ao construir bonecos. Era primado e sempre consultado quanto a isso e, no correr dos dias, foi estudando e, pelo menos nessa área, agregou determinado conhecimento. É claro que estamos tratando do conhecimento formal e necessário às pessoas que querem ter domínio de algo em vias acadêmicas.
No mais, continuava a dar pitaco cheios de dogmatismo na vida das pessoas, além, é claro, de comentar notícias com sua melhor característica: o senso comum. De veras usava, como todos usam, "necessariamente" como inverso do que não pode ser o contrário bem como "possibilidade" como contingência. Continuava a falar com propriedade das coisas que ouvia das pessoas que estudaram e que de fato formavam opiniões.
É claro que esse jeito de estar no mundo é partilhado por muitos construtores de outras artes. E que seja.
E onde está agora? Certamente aprendendo por osmose e continuando sua existência. No canto, apenas existindo. Existindo apenas. Apenas.
Assinar:
Postagens (Atom)
